terça-feira, 28 de julho de 2009

Acabou



Uffa!!! sei que esta experiencia vai ser lembrada por toda minha vida .
Mais o alivio de ter terminado mais um periodo , não tem preço, apesar de que vou sentir saudades desta matéria e seus desafios, mais fico feliz porque virão outros.

Me despeço por aqui, beijos e abraços !

Aline Lopes.

Descritor 11: Apresentação de avaliação final do processo de construção e elaboração do portfólio



Minha trajetória na construção deste portfólio

Logo no inicio do período senti que este seria diferente dos outros, pela questão de serem colocadas matérias relacionadas com a prática da escola, e estava muito contente pensando que agora teria uma vivencia maior com a sala de aula, não sabia o quanto este período seria complicado para mim no grau de dificuldade, principalmente nesta matéria TAELP I.

Quando se iniciou a matéria e foi proposta a turma a avaliação através do portfólio, ninguém sabia o que era e como iria ser realizada, o professor nos apresentou a idéia através de um texto logo na 2° aula, construindo o portfólio eletrônico elaborado pelo próprio Ivan que nos situava como seria está proposta, mais sinceramente não entendemos de imediato e nem o professor deixou claro que não queria uma simples síntese de cada texto e sim uma resenha interligando teoria e prática, para mim eu escreveria uma síntese e nela colocaria uma atividade prática.

Em primeiro lugar queria dizer que tinha entendido a proposta totalmente diferente do que ela é, entendi que seria um diário pessoal de aula ao qual poderíamos colocar tudo relacionado com a língua portuguesa, o que foi desmistificado após a primeira socialização, na apresentação do meu colega de turma Adan, o qual o professor pediu para ele retirar parte do que havia colocado no seu portfólio, sobre curiosidades da língua portuguesa.

Por isso que a primeira socialização foi tão importante, porque nos apontou nossos erros e acertos a esta nova maneira de construir e avaliar conhecimentos, para mim foi muito importante, apesar de no dia estar muito nervosa e de certa forma ter descontado na matéria, pois está foi uma das mais puxadas que tivemos em todo nosso percurso acadêmico.

A primeira atividade foi pedida, era a postagem de uma carta de apresentação, a qual fiz me apresentando somente, logo o professor interveio e me explicou que queria uma carta no modelo padrão com data, lugar, despedida e tudo que tem direito uma carta, então eu a refiz e respostei, agora depois do curso ter se findado e ter entendido mais ou menos sua proposta vejo que poderia ter feito diferente, não somente ter feito a carta mas ter interligado está carta com a importância que ela tem para a alfabetização, porém devido as muitas tarefas realizadas, não deu tempo para retornar na primeira atividade.

A segunda atividade era descrever o que tínhamos entendido do texto construindo o portfólio eletrônico, o que foi avaliado e debatido pelo professor Ivan que me deu o primeiro elogio e discutiu um pouco mais o texto comigo.

Na terceira atividade, todos começaram a entender o que ele queria mais ou menos porque em um único texto foram lançadas três atividades: síntese do texto (que hoje entendo que era resenha), diferença entre gênero e tipo textual e duas atividades praticas que tinham relação com o texto. Ufa!!Como foi difícil esta parte, pensamos que seria mais leve as atividades propostas e quando veio este enxoval de coisa, para postar na mesma semana quase tive um ataque (risos), mais acho que me sai bem depois do pedido de refazer pelo professor, ter sido atendido.

Então o professor vendo a dificuldade de todos em construir seu portfólio, nos levou ao auditório e nos deu algumas dicas a respeito de como postar vídeos de como trabalhar com as ferramentas do blog, entre outras.

A quarta atividade foi relacionada ao texto oralidade e escrita e nesta eu quase morri, por que o professor Ivan levantou cinco questões bombásticas para serem respondidas em dupla e teríamos de avaliar outras duplas, a qual foi a Daniela minha dupla, devido à pressão que nos foi colocada e o tempo proposto tive uma crise horrível de gastrite, que foi acompanhada pela minha dupla que na semana seguinte teve que faltar a todas as aulas devido a crise, eu tenho este pequeno problema se me pressionar eu não consigo evoluir no raciocínio. Mais este exercício foi bom para o meu desenvolvimento no texto.

Na quinta atividade, acho que o professor notou que estava pegando muito pesado com a turma e nos deu um tempo de postagem maior, uniu a atividade para dois textos, ele pediu as analises criticas dos textos + a atividade proposta que era um vídeo elaborado por nos que relacionasse a teoria dos textos com o cotidiano da escola, foi uma atividade difícil, porque demora muito para postar vídeos no blog.

A sexta e sétima atividade era o que ele queria o tempo inteiro e não tínhamos entendido, a analise criteriosa de cada texto e materiais extras como reportagens, vídeos e materiais que ajudem a visualizar o texto na prática cotidiana.

Penso que até aprender realmente do que se tratava sua proposta demorei muito tempo, até o meio do percurso o professor conseguiu pontuar as minhas dificuldades as quais creio ter corrigido, mais nos três últimos textos senti falta deste acompanhamento, não sei se melhorei , ou piorei, espero ter melhorado, e fica uma pequena critica ao meu avaliador, não vi todo tempo este acompanhamento, mais gostei de ter tido a oportunidade de vivenciar de perto a avaliação formativa.

Quanto aos propositos especificos, gerais e os descritores,creio ter cumprido todos eles com exito, ao longo da minha caminhada por esta matéria.

segunda-feira, 27 de julho de 2009

Descritor 10: Apresentação de Síntese Conclusiva


* quando se aprende de verdade se abre uma porta a qual não se pode mais fechar "Aline Lopes".

Minha aprendizagem neste percurso do portfólio eletrônico, das analises dos textos e dos conteúdos descritos neste blog foram: em primeiro lugar a carta, está eu tive que aprender a fazer porque não me lembrava mais da estrutura da carta.

Texto 1º: Construindo o portfólio eletrônico, elaborado por Ivanildo Amaro de Araújo. Neste texto entendemos o que era uma avaliação formativa, a junção da teoria com a pratica e que a nossa avaliação seguiria neste modelo o texto descreve os pontos a serem focados como, por exemplo, coleta de informações (diagnostico) pelo professor a fim de ter conhecimento das dificuldades de aprendizagem dos alunos.

Texto 2º: Processos Iniciais de Leitura e Escrita, de Rosineide Magalhães de Sousa. Foi um texto bem interessante que demonstrou de forma clara e objetiva como utilizar a alfabetização em um contexto lúdico para que a criança entenda o processo de leitura escrita, apresentava exemplos na sala de aula, um material bem prático.

Texto 3º: oralidade e escrita de Fárero, L LEONOR e companhia. O texto era imenso e bem chato “difícil de ser entendido”, e tratava a respeito da oralidade, eu não sabia que necessitava de tanta coisa para se construir um dialogo e que este influenciava tanto na escrita, principalmente a das crianças que estão aprendendo, e que a linguagem verbal ‘som’ é diferente da grafia ‘escrita’.

Texto 4º: Contextos de Alfabetização na aula, de Ana Teberosky e Núria Ribeira. Trata – se da diferenciação entre a linha teórica tradicional e a linha construtivista e socioconstrutivista, a primeira ver o aluno como deposito “uma garrafa vazia a qual ele (professor) preenche”, já a segunda, considera o aluno como fruto do seu meio, que traz sua bagagem e que esta deve ser aproveitada.
Texto 5º: Práticas de linguagem oral e alfabetização inicial na escola de Erik Jacobson.
O autor fala das múltiplas alfabetizações “regionalismo”, mostra que as crianças aprendem a ler e escrever através do seu cotidiano, ou seja, o meio onde vive influencia sua aprendizagem e deve ser valorizada, a criança aprende quando sente que sua cultura é valorizada.

Texto 6º: Os problemas cognitivos envolvidos na construção da representação escrita da linguagem, de Emília Ferreiro e o 7 º: A construção do conhecimento sobre a escrita. Estes últimos foram bem complicados de serem entendidos, mais tratam da mesma temática as hipóteses silábicas e os conflitos enfrentados pela criança para passar pelas três hipóteses silábicas a hipótese pré - silábica, a silábica e chegar a ultima a alfabética a qual corresponde letra e som.
Considero que os objetivos do plano de aula que era o de teorizar a alfabetização foi bem focalizado e o outro que seria o de visualizar a teoria na pratica também foi bem trabalhado.
Já em relação a minha aprendizagem, também consegui “tematizar” os conteúdos trabalhados.

10 e 11º aula/ texto 6

A Construção do conhecimento sobre a escrita

*Nesta aula retirei minha sugestão do blog vida de profa de Zuka e Analuci, achei interesante a proposta de trabalhar a escrita e leitura, através de um jogo e de iterrvir quando necessario nesta aprendizagem da criança.

Nestas aulas lemos mais um texto da TEBEROSKY, para que ficasse bem clara a idéia das hipóteses silábicas em nossas mentes, assisti a 1º aula de debate do texto, mais a 2º aula não pude ir devido a problemas pessoais, fui informada que uma forte virose abateu o professor, mais que mesmo assim ele compareceu e liberou a turma mais cedo.

O texto de TEBEROSKY começa nos apresentando o caso de Andrea, uma menina de cinco anos, que mora em Gênova. O texto nos mostra de que forma as hipóteses silábicas foram construídas até que se chegasse à hipótese alfabética ou nível alfabético e os conflitos enfrentados por Andréia, até que ela conseguisse ler o seu nome de forma alfabética. Ela inicia seus conflitos escrevendo seu nome, da esquerda para direita. Logo após com o pedido para que lesse seu nome, acontece o conflito entre o ler e o escrever, quando ela acha que para ler o nome é de um jeito e para escrever é de outro jeito. Mais tarde ela acha seu nome grande demais, para o que ela está lendo escreve então ANA porque seu nome termina com A, e assim Andréia vai prosseguindo e acrescentando letra á seu nome, mas ainda sem corresponder som a letra, até quando chega ao fim e ela consegue fazer esta correspondência alfabética, acredito que depois de muitas intervenções de sua professora, observando e indagando esta aluna, para que está percebe se e corresponde se letra com som.

O texto volta ao que foi tratado em textos anteriores da própria TEBEROSKY e também da FERREIRO: O princípio da quantidade mínima (ao qual eu preciso de uma quantidade mínima de letras para escrever algo, no mínimo três ou quatro caracteres)) e no princípio de variedade interna (as crianças rejeitam textos com letras repetidas, porque para elas para que uma palavra tenha significado é necessário ter variedade de letras).

Na parte posterior do texto “Aqui diz alguma coisa” para crianças muito pequenas a pergunta se o texto escrito diz alguma coisa não tem lógica, porque para elas o texto escrito não diz nada, só as imagens simbolizam algo, só a partir dos 4 anos que as crianças dão uma resposta a está questão, elas imaginam que o texto tem intenção de comunicar algo este é o inicio da concepção da função simbólica da escrita.

Na parte seguinte “o que está escrito” a criança já conhece a intenção de comunicação da escrita e cria hipóteses sobre aquilo que está escrito, a principio ela acredita que a função da escrita é somente “denominar” os objetos presentes na imagem ou no contexto, ou seja, o texto diz o que é um objeto.

Na parte“diz o nome”demonstra mais uma vez as hipóteses para um nome, mais foca a questão da criança associar o texto a imagem,e eliminar os artigos e os acompanhantes da palavra, significante da imagem, acreditam que artigos não são palavras,pois não possuem quantidade mínima para serem palavras, a interpretação das crianças nesta fase também se baseia nos nome, se for lido uma frase é lhe for perguntado o que está escrito ali? Ela responderá os nomes, eliminando os conectivos, já na escrita se encontram na fase pré – silábica e podem até estarem se aproximando da escrita silábica porque ainda não fazem correspondências letra / som.

Na parte “o que são palavras” trata da dificuldade que a criança tem de escrever e por espaço em branco, porque para ela as palavras não necessitam de espaços na oralidade a criança não consegue visualizar as pausas das palavras, então quando passa para a escrita enfrenta a mesma dificuldade, sendo essencial que o professor intervenha e faça diversas atividades de leitura e escrita dando ênfase nos intervalos “espaços”.

Na parte “nossa concepção da escrita e da linguagem escrita” nesta parte do texto as autoras falam de sua visão sobre estas concepções, apontam que anteriormente a escrita era definida como um código gráfico de transcrição dos sons da fala , porém se fosse isso a criança , que já tem noção de som já teria aprendido e só faltaria aprender a transpor os gráficos “códigos”. Apenas agora os historiadores argumentam que a escrita é mas do que mero código, ela é um sistema significativo da linguagem com uma longa historia social,ou seja, que a escrita modifica conforme a sociedade a qual estamos inseridos.

E chegando ao tópico final do texto “implicações para o ensino”, ao qual as autoras resumem tudo o que já foi lido e debatido antes em sala de aula, que a criança traz com ela suas hipóteses “bagagem adquiridas em sua vivencia cotidiana”, que os exercícios tradicionais de cobrir não fazem a criança realmente aprender porque ela só copiou e não teve conflitos para diferenciar letra /som (não relacionou a letra com o som simplesmente copiou, e não interpretou),ou seja o tipo de material que a professora oferece não pode entrar em contradição com a construção das hipóteses silábicas.

É necessário que o professor se esforce e traga materiais questionadores a nível de hipóteses silábicas da escrita, e também questione a interpretação de texto para que realmente o aluno aprenda e seja alfabetizado de verdade e não seja mais um analfabeto funcional (ler os códigos mais não sabe interpretar).
* Para quem não conceguiu ver a sugestão da tarefa na imagem do dado silabico o endereço é: http://vidadeprofa.blogspot.com/2009/05/dados-silabicos.html
* Mais um texto para nos auxiliar a tematizar nossa aprendizagem,este é do blog carrossel da aprendizagem,escrito pela profa Michelle. http://carrosseldaaprendizagem.blogspot.com/2009/07/hipoteses-de-leitura.html

sábado, 27 de junho de 2009

9º aula /texto 5

* os desenhos também contribuem para o processo de alfabetização,sendo de letras ou objetos.

O texto 5 de Emilia Ferreiro; alfabetização em processo aponta os problemas cognitivos envolvidos na representação escrita da linguagem.
Ela começa o texto falando de sua principal fonte de inspiração Piaget e que não se deve haver redução a teoria de Piaget a simplesmente teoria de fases, mas que devemos pensar a respeito na pergunta que guiou esses estudos a respeito do processo de construção da leitura e escrita: Como se passa de um estado de menor conhecimento a um estado de maior conhecimento? Sim, é preciso caracterizar os níveis de conhecimento, mas o mais importante é compreender como se dar o processo de aprendizagem da criança, ou seja, como está passa de uma etapa para outra, os problemas cognitivos que esta enfrenta e como ajudá-la neste processo.

A leitura e a escrita é um objeto social, ou seja, desenvolvido por uma sociedade, e não somente uma técnica em transcrever como era dito antes, quando a criança era vista como ser sem conhecimento algum, “uma garrafa vazia” que necessitava ser preenchida pelo professor. O conhecimento alfabético é adquirido por níveis e se inicia antes da representação alfabética, esta representação é pré- alfabética e tem por ordem a construção pré-silabica em que a criança não associa letra ao som, silábicos associa ou não as letras ao som (já é mesclado), silábico-alfabéticos antecede a escrita pelos princípios alfabéticos. Cada um desses níveis é caracterizado por um esquema de assimilação da criança, a criança absorve parte da informação e parte dando uma interpretação própria à construção alfabética.

Quando se procura entender o desenvolvimento da leitura e da escrita, e o que diz respeito às técnicas da escrita, vem que muitas representações se misturam não somente na escrita (grafia), como no campo do fonema (som), um exemplo disso são as letras k e c quando mostramos a palavra casa, a uma criança que está sendo alfabetizada.
Há alguns problemas cognitivos que são evidentes: por exemplo, a criança enfrenta problemas de classificação, quando procura entender e representar à escrita. Todos os símbolos lingüísticos são constituídos, por exemplo, por combinações de linhas: pauzinhos e bolinhas. Mais alguns chamamos de letra e outros de números, exemplo: a letra b e o numero 6, eles são praticamente iguais, porem um é numero, e o outro é letra, não há uma distinção clara nestes aspectos.

A autora resolve então priorizar o problema cognitivo referente à relação entre o todo e as partes que o constituem. O todo é a escrita completa e as partes são as letras/grafemas, ou seja, a criança aprendia na escola por parte, letras separadas, segundo Diana só em 1880 que surgiram os primeiros estudos científicos nos estados unidos sobre a compreensão da leitura que está não se fazia por letras isoladas e sim por palavras e frases (500 anos de educação no Brasil), por mais que tenha se passado o tempo muitos alfabetizadores ainda acreditam da mesma forma.
Numa primeira etapa já antes citada, pré-silábica as crianças ainda não diferenciam letras de números, acham que escrever e desenhar significa a mesma coisa e não relaciona a escrita com a fala.

As crianças usam uma letra (parte) para formar uma palavra, e duas para formar duas palavras e assim por diante, até descobrirem que são necessárias pelo menos três letras para formar uma palavra (principio da quantidade mínima), que para a criança nem é palavra. Ela não assimila o som com as letras e com as palavras e sim o objeto a palavra, por exemplo, se for um animal grande necessita de uma palavra grande, se for um objeto pequeno uma palavra pequena, exemplo: barata ela não ver como o nome do objeto que é pequeno, já leão uma palavra pequena para um bicho grande não é entendido também como tal.

Com um trabalho socioconstrutivista e construtivista o adequado para a alfabetização e a própria maturação da criança, ela passa enfrenta outros conflitos e ocorre a tematização, que é certo grau de tomada de consciência (lógica da alfabetização na cabeça da criança).
Ela precisa encontrar outras possibilidades para resolver seus novos conflitos, passando por 4 fases:
1-a sílaba é utilizada, mas ainda não sabe o porquê utiliza a sílaba.
2- A sílaba já vira um indicador, a criança já compreende a função que as sílabas exercem, já descobrem um nome completo de objetos e pessoas, mas ainda não coordena como estruturar na escrita (não vêem como parte do nome as sílabas, e sim o nome inteiro).
3 - A sílaba já é uma parte do nome, mas ainda não tem forma ordenada (como escrita). 4 – compreende que não somente é um nome mais que existe uma ordem silábica para se formar este nome.

Também ocorre conflito cognitivo quando esta criança tenta interpretar qualquer escrita, ela vê os adultos utilizarem várias letras e palavras para formar uma frase tanto na escrita como na fala e acha que cada palavra tem significado de frase.
E outros conflitos aparecem ao longo da alfabetização desta criança, até ela conseguir assimilar as palavras com a escrita, assim ela consegue chegar a um nível de equilibração. Chegando neste nível, ocorre assimilação desta criança, ela sai da “hipótese silábica” e reconstroem o sistema da escrita no campo alfabético.
As crianças até aprenderem a “ler” ainda passam por duas fases, segundo Piaget e
Emília Ferreiro: Silábico-alfabética e Alfabética.
A interpretação da escrita antes da leitura convencional, muito antes da criança ler ela já interpreta o mundo ao seu redor, identificam rótulos, cartazes, outdoor, historia em quadrinhos e outros textos, ou seja, ela já vem semi alfabetizada basta trazer estes texto e demonstrar as letras ali descritas.

Sendo assim o professor poderá utilizar deste processo anterior a alfabetização para alfabetizarem, podendo ser utilizado o método visual (figuras e textos) e o não visual (linguagem),mais não ser fechado só neles, já que segundo a autora leitura não é “a informação visual + informação não-visual” e sim um processo de coordenação de pensamentos + significado dos grafemas (interpretação + leitura dos símbolos). As crianças reconhecem algumas funções da escrita, mas nem sempre reconhecem o valor escrito dos símbolos (letras) o que se denomina “a hipótese do nome”, isso significa que a criança nem sempre ler mais ela pode deduzir pela imagem o significado das letras utilizando lógica (da que se usa em matemática) e a técnica (língua escrita) muitas das vezes é esquecida, precisa haver uma junção para que ocorra a verdadeira leitura a interpretada, pode haver também uma gravação de texto quando este é muito utilizado.
*Um dos materiais uteis seria este: http://www.colegiosion.com.br/projetos/infantil/escrita/edinf.htm
neste sit veremos na prática, alguns destes conceitos descritos no texto.
*Veja também o video da profª Deise Fabris Vieira na barra de video.

Atividade sobre o texto oralidade e escrita

* os quadrinhos são otimos para o construção do dialogo, e para a visualização deste.

O texto: oralidade e escrita trata da atividade conversacional e das dimensões constituídas e construídas por ela.

A Atividade conversacional nada mais é do que a troca de mensagens entre duas ou mais pessoas a respeito de temas do dia-a-dia.

A fala é organizada em períodos, eles podem ser simétricos (todos têm o direito de escolher o que será falado, falar e determinar o tempo, essa me parece mais informal, aquela que tenho com meus amigos, parentes etc.) e assimétricos (Uma das pessoas escolhe o que será falado, inicia a conversa e ainda pode mudar o tema, essa me parece a dos professores, palestrantes etc.).

Para que se haja participação entre todos os “falantes”, é necessário que os partipantes consigam fazer uma dedução no que se trata e no que se espera de cada um. Para que haja interpretação dos gestos e das palavras levantadas pelos participantes da conversa, permitindo assim uma criação coletiva do texto (dialogo), levantado pelos participantes.

O desenvolvimento deste texto (falado) está ligado ao modo de organização e a atividade de interação entre os participantes.

Alguns escritores levantam características de um dialogo ou da atividade conversacional: o modelo idealizado por Ventola (1979),por exemplo, trata da estrutura da conversação, seu modelo valoriza as seguintes variáveis:
Tópico ou Assunto: É do que se trata o que está sendo falado. Exemplo: Futebol , Religião , etc. , através deste que se mantém um dialogo e é pelo dialogo que mantemos os relacionamentos, os laços sociais que fazemos .

Tipo de situação: É a atenção que se dispõe em uma conversa nas atividades não só da fala, mais também dos gestos e da situação que este participante se encontra. Dependendo da situação, o rumo da conversa pode ser diferente, ex: Se você fala algo em uma situação de estresse, pode não ter a mesma interpretação se fosse numa situação festiva.
Papéis dos participantes: Sendo seres sociais, realizamos papéis sociais, que nos fazem nos desempenhar este ou aquele papel conforme a situação. Por exemplo: Na faculdade desempenhamos papéis de alunas, no trabalho de professores, em casa de mulher/amante etc.
Modo do discurso: É a maneira que se tem de falar, podendo ser formal ou informal, conforme peça a situação. As conversas informais são aquelas que temos em nossa casa e as formais as que temos no trabalho, com juízes ou pessoas/situações que exijam este tipo de conversa.
Meio do discurso: É o canal de comunicação em que a mensagem é transmitida não só oralmente face a face, mais também escrita, nas mensagens em tempo real, mais em espaço virtual (onde espaço físico e comunicação não precisam se encontram)
Exemplos: via telefone, internet, MSN, avatas, etc.

Já as características do texto falado, segundo a proposta de Dittmam eram as seguintes: Interação entre pelo menos dois falantes - É necessário que haja no mínimo duas pessoas para que se inicie o dialogo, pois este requer interação social, e um esforço entre duas pessoas com pelo menos um objetivo comum.
Ocorrência de pelo menos uma troca de falantes - A conversa é uma atividade que exige troca de palavras entre os participantes, para que este não se torne um monologo, e sim construa um dialogo, a conversa necessita de um ouvinte e um falante "o que possui a palavra no controle em dado momento" e assim o primeiro se tornará falante e o segundo ouvinte, invertendo o papel.
Presença de uma seqüência de ações coordenadas - Todo texto, mesmo que falado, depende de uma organização mínima da estrutura, organização da fala e do pensamento na língua falada. Como por exemplo: Corte na fala, interrupções, retomadas da fala e etc. Apesar da fala ser diferente da escrita, existe uma relação sintática na fala diferente do texto escrito, que já foram citadas acima que são estas organizações possíveis à fala.

Execução num determinado tempo - A partir da interação social e da cultura dos "sujeitos da fala", ocorrerá o dialogo a medida que se passam os fatos com estes "sujeito".
Exemplo:

S1_Minha filha virou mocinha (menstruou)...
S2_ Ih,é agora que vai começar o mal humor.
S1_É verdade,tomará que não passe do limite,é complicado, né (o descontrole hormonal) ?
S2_ É... Sorte sua que só é uma vez no mês.

*Notamos que a partir de um determinado tempo "fato” (primeira menstruação), este dialogo aconteceu .

Enquanto sua estrutura a atividade conversacional se constitui em:

Estrutura de nível local - é a produção do "sujeito da fala" no momento que este se encontra com a palavra na interação da conversa, enquanto eles se revezam entre si, havendo corte na fala e roubo na palavra do outro falante. * observe a conversa das crianças abaixo: situação 1: C1 - eu vi um desenho legal hoje... Madagascar 2! C2-eu vi passar o comercial na televisão e outros amigos me falavam que era muito legal este desenho. C3- hoje? Eu vi também o super cão e você? C1- vi sim, mais na semana passada, hoje só vi Madagascar.
* notem que as crianças revezam na fala durante a conversa, e a corte na fala da outra criança.
Estrutura de nível global - a estrutura local ocorre, mas o discurso muda ao longo da conversa, há um desvio no ponto ao qual está sendo discutido. observe as crianças abaixo: situação 2: C1- eu vi os mutantes ontem, foi bem legal. C2- eu também vi,estou atrasado para o treino. C1-como vai na escolinha de futebol? C2-vou bem, mas tenho que ir, tchau! C1-tá, vai lá não quero que se atrase para o treino.

*note que a criança 1 inicia um assunto e a criança dois desvia o assunto que lhe fora proposto.
O texto falado,assim como no texto escrito, para se constituir enquanto texto inteligível, necessita de alguns fatores básicos: a coesão e a coerência. Os recursos coesivos mais freqüentes são a coesão referencial, recorrencial ou seqüencial.

Coesão referencial – é caracterizado por varias repetições ao longo do dialogo “o falante” tenta buscar uma palavra que se encaixe ao seu discurso.

Exemplo: f1: eu vou para a escola amanhã, amanhã, e ainda não terminei o trabalho, ai! Este trabalho..., gastei todo meu fim de semana, fazendo este trabalho...
f2: hum,hum ,o professor está passando muito trabalho.

*Note a ênfase nas palavras manhã, trabalho e hum a fim de ressaltar ainda mais estas palavras, o falante as repete diversas vezes.


Coesão recorrencial - é caracterizada pelos vários significados dado, a determinadas falas da conversa

Exemplo: f1: eu preciso urgentemente de uma *companhia, não agüento mais ficar só.
f 2: é verdade você precisa de uma *esposa.

*Note que o primeiro a falante disse companhia que poderia se entender de varias formas como namorada, amigos ou esposa, já o amigo falante 2 especificou ,deu um significado especifico a está palavra *companhia virou *esposa.

Coesão seqüencial – é caracterizada pela continuidade da conversa pelo outro participante desta.

Exemplo: F1- está querendo dizer...
F2- que não quero mais, estou cansado de...
F1: de mim...
F2: não, não foi isto que eu disse estou cansado de você sempre arranjar uma desculpa para....
F1: para estudar é isto que você quer disser, porque só te deixei de lado para isso.

*note que a fala dos “falantes” é cortada antes do termino da idéia, esta é concretizada pelo outro falante.


O texto aponta quatro elementos básicos que contribuem para a estrutura do texto falado. Estes elementos são:

Turno: É quando uma pessoa está com a palavra numa conversa, mesmo quando há silêncio e também é qualquer intervenção dos participantes na conversa, qualquer uma mesmo, desde um gesto até a tomada da palavra em si. Alguns autores sugerem todo um esquema, mas todo esse esquema conclui que o turno é um dos componentes centrais da conversação.

L1: Acho que amanhã vai fazer sol..não, não, acho que ....vai chover.
L2: Pois é, também não tenho certeza de como ficará o tempo amanhã...
L1:Nem eu! ...Vamos ver a previsão?
L2: Boa idéia!

Tópico Discursivo: É aquilo que está sendo falado entre os falantes, que negociam o que será falado direta ou indiretamente, tem toda uma estruturação, que nem sempre é seguida por aqueles que falam,e que por isso a condução e a organização texto falado, não podem ser previstos.
O tópico discursivo apresenta as seguintes propriedades: Centração (É preciso centra-se no que está sendo falado), Organicidade (Há uma seqüência e Hierarquia: Supertópico, Tópico e Subtópico) e Delimitação local (Inicio, desenvolvimento e fecho, que pode não ser evidente e podendo haver digressão também).

L1: Amor, nosso filho está machucado!
L2: O que aconteceu?
L1: Eu não sei, tem um corte na pata traseira dele.
L2:Deixa eu ver...Vou fazer um curativo
L1:Eu te ajudo!

No exemplo citado o assunto central, o supertópico, é o ferimento do filho do casal e os tópicos são: Acontecimentos que levaram ao ferimento, Cuidados para tratar o ferimento e dentro do tópico Cuidados para tratar o ferimento encontraramos, por exemplo: o subtópico Fazer um curativo. Fica subentendido também que o filho é um animal, pois possui patas.

Marcadores conversacionais: São elementos usados para interagir e que podem ser produzidos por todas as partes na conversa. Eles deixam a conversa mais dinâmica e coesa, pois ajudam na continuidade dela. Sendo eles:
Prosódicos - Abrange os contornos entonacionais, as pausas, o tom de voz, o ritmo, a velocidade, os alongamentos de vogais etc. Ex: Eiiiii! (....) etc.
Não lingüísticos ou Paralínguisticos - Importante, pois estabelecem, mantêm e regulam o que se dá face a face. Ex: O riso, o olhar, os gestos etc.
Verbais - Eles tornam o texto mais coeso, pois evitam que uma conversa vire um monólogo, porque eles “puxam” outra conversa. Ex: claro, certo, uhn, sabe? Né? Etc.

L1:Essa aula é muito chata,né?
L2: (risos)... (L2 gesticula para L1 para que saiam)
L1: Gesticula para L2 com os dedos, dando a entender que sim.
L3: Eiiii! Vocês não vão a lugar algum! Podem sentar e assistam à aula: diz o professor.
L1 e L2: Gesticulam a cabeça que sim e sentam.
Par adjacente: È o elemento básico da interação, ele ocorre para organizar a conversação. Eles podem ser de pergunta-resposta, convite-aceitação ou recusa, pedido-concordância ou recusa e saudação-saudação.
Há também uma estrutura que é seguida, daremos um exemplo de como pode ser usada esta estrutura usando um par adjacente de pergunta-resposta:
Introdução do tópico
L1 Qual o seu nome da escola que sua filha estudar?
L2 Ela estuda na Escola Municipal Ayrton Senna
Continuidade de tópico
L1 E onde fica esta escola ?
L2 Em Nova Iguaçu, depois da Posse.
Redirecionamento do tópico
L1 Ah, eu conheço a Posse, eu já fui lá outro dia, no hospital da Posse.
L2:A escola, sabe, a escola que eu estava te falando é municipal, mas é muito boa.
L1: Vou fazer a visita, vê como funciona, vou sim.
Mudança de tópico
L1: Bom, vou indo, tenho que fazer compras para casa, a dispensa está vazia.
L2: Vou com você! A minha está vazia também...

8º aula

Autora: Roseana Murray
Pic - poc - pic - poc.

O pipoqueiro pipoqueiro dia inteiro.
Panela do pipoqueiro enche a cidade de cheiro e os dentes de desejo.
- Pipoca doce ou salgada?
Pergunta o pipoqueiro.
- Nem doce nem salgada,Eu quero pipoca misturada,Num saco bem grande
Do tamanho de um gigante.



* Este é um exemplo de texto que qualquer criança vizualiza em seu cotidiano, e que pode ser trabalhado na alfabetização, como no texto que discutiremos a seguir, demonstra a importancia de trazer para a alfabetização o cotidiano da criança.


Quarto texto


O 4º texto dado em aula foi de Erik Jacobes, do livro de Ana Teberosky e se tratava das práticas de linguagem oral e da alfabetização inicial na escola, assim como no texto anterior , que também é desta autora, o texto trata da alfabetização não com a visão tradicional mais com a visão construtivista e socioconstrutivista.

Ele nos aponta a necessidade dos professores em aproveitar o conhecimento já adquirido na vida cotidiana de seus alunos antes de entrarem na escola, e de demonstrar ao aluno o valor que tem a escrita e a oralidade e a relação que há entre elas.

O texto nos mostra que o aluno se encontra em uma sociedade plural, em que a língua não é única, sofremos influência de línguas estrangeiras e das variedades regionais, por isso a importância de demonstrarmos está variedade, para que o aluno não se “perca” nesta pluralidade, ou seja, não confunda o grafema (língua escrita) com o fonema (som da linguagem). Isso não significa que o professor alfabetizará em outra língua ou trará toda pluralidade regional para ser trabalhada em sala de aula, mas que este identificará as diferenças, para não haver confusão na mente das crianças, a qual se encontra em processo de alfabetização.

O texto exemplifica como trabalhar a relação entre o uso da linguagem oral e a alfabetização inicial.
O 1º exemplo explica como trabalhar a linguagem da criança através de suas próprias experiências, ou seja, trabalhar sua oralidade regional e a linguagem exigida “padrão” da língua portuguesa.
O 2º exemplo rodeia em torno das variações da estrutura das atividades de leitura e escrita, porque em muitas comunidades o processo de leitura se assemelha a sua linguagem cotidiana, trata do aproveitamento desta linguagem, mais do acréscimo da escrita formal.
O 3º exemplo está centralizado no modo de construção de histórias, através do seu próprio contexto social.

Da opção lingüística para leitura, como foi dito antes é importante que as crianças se reconheçam neste processo inicial com a escrita, através de sua própria língua materna se está é pernambucana, por exemplo, por que não trabalhar a língua desta região? Assim ela se reconhecerá junto à escrita também.

Quanto à estrutura participante do processo de alfabetização, não somente o professor deve permanecer com seu discurso para ensinar, mais deve utilizar o contexto “bagagem” que o aluno traz do seu cotidiano para sua práxis. O processo de alfabetização é uma troca e tem que ser entendida como tal.

O texto demonstra também como se dar a construção de histórias e textos, os textos escritos não são só códigos, a serem lidos separadamente, eles precisam ser contextualizados, interpretados. Por está razão os contos são utilizados freqüentemente, porque são utilizados no em seu cotidiano no lar “os pais contam para eles dormirem”.
Assim a criança também poderá produzir a partir dos contos sua própria historia.

Finalizando a escola e os professores deveriam considerar a alfabetização inicial a partir das práticas sociais, em que estão inseridas estas crianças e não reproduzir um discurso erudito, mas sim demonstrar que o contexto social que está criança participa é importante, que a história dela é importante. Não apenas ensinar a relação de letra-som, mas relacionar os diversos significados, que poderão ser encontrados em uma única palavra, exemplo: manga (fruta, camisa e outros).
*Aqui se encontra tbm uma reportagem relacionada a este assunto

domingo, 21 de junho de 2009

vídeo: contextos de alfabetização nas series iniciais

video

Este vídeo demonstra na prática como utilizar o contexto social " cotidiano" da criança na escola, como por exemplo o uso do seu nome no alfabeto dos nomes, as histórias utilizadas em casa " cujo os pais contam" para se desenvolver a alfabetização, além de brincadeiras do cotidiano como bingo de palavras e amarelinha das letrinhas.Contém também a matématica com uma forma lúdica e divertida de ser trabalhada. A importância de fazer da sala de aula um ambiente acolhedor e que favoreça a aprendizagem, através do alfabeto de múltiplo de figuras e de outros textos expostos em sala.

Procuramos elaborar as atividades através do que foi lido e discutido em sala de aula nos textos 3 e 4 de Ana Teberosky.

sexta-feira, 12 de junho de 2009

Esta experiência



Nossa, eu queria dizer que esta experiência, está sendo muito boa.
Eu tenho tentado utilizar deste recurso, com meus sobrinhos e algumas crianças conhecidas, depois que aprendi a modificar os templates, ficou muito mas fácil chamar a atenção deles para o blog.
A utilização deste para crianças é muito importante, pois através deste, a criança se solta e fala um pouco de si, além de utilizar outros recursos, exercendo sua criatividade.
As pesquisas ficam com um ar de descontração, a leitura e a escrita são mais valorizadas e percebidas.
Além de auxiliar em alguns tratamentos (psicológico, fonodioterapia e outros), pois a criança perceberá o som das letras ao tentar ler seus escritos, assim como se abrira ,em sentimentos a escrita.

terça-feira, 9 de junho de 2009

Até que enfim!



Oi , passei aqui para disser, que agora sim estar minha cara este blog.
Demorei mais concegui mudar o templates de fundo, para os colegas que ainda não sabem, pois também suei (risos...),vai as dicas.

1. Salve os seus arquivos que se encontram nas laterais do seu blog,as postagens comuns permanecerão, porém, os cantos só perfil permanece, salve então para um documento word.

2.Escolha seu template ai estão alguns sits que você poderá encontrar o seu:
www.thomoeda.net/www.blogloo.com.br/www-templatesdalua-blogger-com-br /www.templatesacessorios.com.br.

3.Copie o codigo html,é só você clicar no template que gostaria de ter e aparecera o codigo html.

4.Abra no seu blog personalizar ou layout ao lado de escolher novo modelo, tem editar html, abra e cole o codigo ali.

5.Vizualize seu blog.

6.Agora cole os gadgets que você excluiu. Exemplo : se você excluiu barra de videos, vc salvou em documentos do word, o html dele ,pega ele e cole assim como a palavra chave em gadget /barra de video , depois é só salvar. Assim ocorrerá com texto, vai em adicionar codigo texto e copie de documentos e cole em gadget/ texto.

7.Agora é só aproveitar seu template,mais parecido com você.

Um abraço !
Espero ter ajudado!

terça-feira, 2 de junho de 2009

7º aula



Bom esta aula o professor pontuou alguns aspectos que precisam ser melhorados: presença, pontualidade e cumprimento de prazos dos portfólios, disse também que aceitaria nossas reflexões no papel e não só no portfólio.

Algumas colocações importantes foram feitas: dia 04/06 será nossa primeira socialização do portfólio a aula será no auditório e cada aluno terá no Maximo dez minutos, estaremos também entregando nossa auto-avaliação por escrita.

Já a discussão sobre o texto li o texto, entendi, mais sinceramente tenho vergonha de me colocar e receber aquele olhar não “entendeu nada do texto”, então prefiro ficar na minha.

O texto discutido foi contexto de alfabetização na aula de ANA TEBEROSKY e NÚRIA RIBERA.

Tratava-se de duas linhas teóricas sendo discutida ao longo do texto a primeira visão tradicional que vê o aluno como imaturo, ignorante que necessitam de preparação até para aprender (o auxilio do professor em todos os momentos, só aprende se o professor auxiliar e não tem nada aprendido de casa).

Já a segunda linha de pensamento, vê o aluno como um ser em completa aprendizagem, ele constroe seu conhecimento, ou seja, ele já traz uma bagagem de casa e do meio social que ele se encontra.

A criança aprende varias coisas em casa, na TV, em outdoor e por outros meios, ou seja, a criança não é um recipiente vazio o qual o professor deposita seu conhecimento, ela já traz algo junto com ela.

Dentro desta linha existem dois conceitos o construtivismo e o socioconstrutivismo. O primeiro é realizado pela família e pela interação com a sociedade (amiguinhos, TV, radio e outros), já o segundo pelo meio em que vive (a visualização de placas, outdoor, rótulos de embalagem e outros).

As autoras nos fazem pensar, na utilização de todo este contexto trago pela criança para alfabetização.

A minha sugestão sobre este texto, não minha mas da Ana luci, a qual eu me identifiquei ,e que tem haver com este texto, é o alfabeto movel, pois tampinha de garafa é algo encontrado no cotidiano de qualquer criança, e pode se recortar do jornal, as letrinhas utilizadas para este trabalho.

6º aula

Bom ainda me recuperando da crise que tive durante o fim de semana, eu e minha dupla entendemos, que éramos para analisarmos assim que o texto nos chegasse em mãos, e a demora foi muita, chegou em cima da hora.

Certo que o professor não tem culpa, de pensarmos que já éramos para termos realizado a tarefa, mesmo assim fizemos a tarefa via email.

Quando liguei para minha dupla vi que estava em crise também, estava dopada devido à endoscopia estomacal a qual tinha realizado no dia, mesmo assim queria ir à aula, então pedi para ela não ir, mandasse alguém com o trabalho impresso, já que não tenho impressora, e foi assim realizado, ela pediu para sua mãe ir e levar o trabalho.

O trabalho que o professor nos pediu para analisarmos, era um trabalho que estava muito incompleto, não sei se analisamos todos os quesitos, mais tentamos fazer o nosso melhor.

Já em sala de aula, descobri que não éramos para termos feito a tarefa em casa e sim em aula... (risos), pedi então para o Ivan dar uma olhada na nossa analise e tentei ajudar os colegas que estavam precisando de uma luz... (riso).

Depois de algumas considerações refizemos o trabalho e entregamos a ele.

5º aula

Na quinta aula discutimos o texto oralidade e escrita de Fárero, L LEONOR e companhia.

O texto era enorme e discutia a respeito de oralidade (conversa) e como esta influenciava na escrita, principalmente das crianças, porque a linguagem verbal o som (fonética) é tão diferente da escrita (morfemas)?

Na verdade o texto não respondia esta questão, mais mostrava esta relação da criança, que para ela todo som está ligado a como se escreve e cabe a nos professores intervir para que esta não confunda a oralidade, com a escrita.

Para isto os autores do texto destacaram a construção da fala e também a construção da escrita.
Um dos tópicos levantado pelos autores, foi trabalhar a oralidade através da musica, por isso escolhi esta figura que se encontra no blog: http://musicaeacrianca.blogspot.com

Em aula o professor trouxe cinco perguntas realizadas por ele, para que nos formulássemos as respostas em dupla, bom as questões estavam bastante complicadas e não estava bem para responde- las, passei muito mal neste dia, meu estomago estava doendo para caramba, e não podia deixar para responder depois, já que minha dupla não tinha tempo.

4º aula

Nossa quarta aula foi no auditório apesar de ter um texto sobre oralidade, o professor Ivan viu que estavamos meios perdidos... (risos), no que se trata do blog, na formulação, na aplicação do vídeo e em outras coisas referente ao físico do blog.

Particularmente eu ainda estou perdida, apesar dele ter mostrado como fazer, para todos, não foi algo individual, pois tem duvidas que só serão cessadas mexendo e não vendo.

Por exemplo: o vídeo, eu suei para colocar, mesmo ele mostrando que tinha que colar um texto (código) do vídeo eu não sabia o que colava, e a ferramenta adicionar um gadget não ajudou muito... (risos).

Mais outras coisas consegui pegar, como adicionar um hiperlink por exemplo.
Senti falta do individual mesmo, duvidas que só serão cessadas individualmente, e proponho que como o professor não tem tempo, as duvidas sejam mandadas por email e respondidas por ele ou por outro aluno que tenha conhecimento neste meio.

 
©2007 '' Por Elke di Barros